Nesta quarta-feira (1º), o Brasil e o mundo rendem homenagem ao que para muitos falam, o maior piloto de todos os tempos da Fórmula 1; o brasileiro Ayrton Senna, vítima do Gp de San Marino há exatos 25 anos, em Ímola é homenageado em todo o mundo e sua morte ocorreu em um circuito onde o piloto viveu o céu e o inferno durante seus anos na principal categoria do automobilismo.

Ímola foi palco da sua única ausência no grid de largada: em 1984, Senna teve problemas com sua Toleman e não fez um tempo dentro do estabelecido, pois naquela época, a Fórmula 1 tinha um tempo máximo para um carro estar na corrida.

Nos anos em que esteve a bordo da Lotus, Senna conseguiu pole position, mas nunca a vitória. O máximo que conseguiu foi um segundo lugar, em 1987. Nos anos anteriores, o carro apresentou problemas que tiraram o piloto da prova.


Já na Mclaren, Ayrton Senna conseguiu sua primeira vitória na scuderia justamente em Ímola. No ano seguinte, a prova ficou marcada pelo forte acidente de Berger na Tamburello e pela quebra do “acordo de cavalheiros”, onde Prost e Senna tinham um acordo de não ultrapassagem na primeira volta, ignorado pelo brasileiro e a partir daí os dois não se falaram mais. No fim, Senna venceu sua segunda prova.

Nos anos seguintes, Ayrton Senna abandonou a prova em 90 e 93. Subiu ao pódio com um 2º lugar, em 1992 e com uma vitória, em 91, sendo que esta, o brasileiro caminhava firme rumo ao tricampeonato.

Em 1994, Senna liderava a prova quando ocorreu o acidente fatal e muitos afirmam que o brasileiro venceria a prova se não fosse a tragédia, pois apesar da pressão de não pontuar naquele ano, o brasileiro fez o melhor tempo no warm-up, considerado o último treino antes da prova.

(DOL)