O atacante Jobson, ex-Botafogo, voltou à prisão nesta segunda-feira (5) por determinação da Justiça. O atleta, que foi detido em junho de 2016, mas ganhou liberdade provisória três meses depois após pagar fiança, responde a um processo pelo crime de estupro de vulnerável.

O processo foi instaurado no Pará, no ano passado, mas encaminhado para o Tocantins, após a justiça paraense alegar não poder ficar com o caso uma vez que a chácara onde os crimes de estupro de vulnerável ocorreram está localizada em Couto de Magalhães, município tocantinense. Jobson é suspeito de estuprar quatro adolescentes.


As medidas cautelares da liberdade provisória de Jobson estabelecia pagamento de fiança de 25 salários mínimos, não beber e usar drogas, não frequentar bares ou boates, não deixar a comarca onde mora sem autorização da Justiça e permanecer em casa no período entre 19h às 6h. Entretanto, na última sexta-feira (2), o jogador se envolveu num acidente de carro entre os municípios de Marianópolis e Divinópolis, no Oeste do Tocantins. Uma pessoa morreu e outras quatro ficaram feridas, inclusive Jobson. O ex-botafoguense foi levado para o hospital, mas abandonou o local sem passar por exames médicos.

Na sexta-feira (2), Jobson se envolveu em um trágico acidente de carro na rodovia TO-080, no oeste do Tocantins que tirou a vida de um homem e deixou quatro feridos, entre eles o próprio jogador.

O atacante, apontado por muitos como habilidoso, está suspenso do futebol desde abril de 2015, por determinação da Fifa. A suspensão expira de março de 2018, por conta de uma acusação de se recusar a fazer um exame de antidoping pelo Al Ittihad, clube da Arábia Saudita.