Um o sinal verde para participar do processo eleitoral, a eleição do Clube do Remo será disputada por três candidatos. Além da situação, Fábio Bentes e Marco Antônio Pina tentarão um lugar ao sol, pela oposição.

Manoel Ribeiro recebeu a notícia de que poderia concorrer normalmente à eleição azulina sem papas na língua. O atual mandatário do Leão reiterou a sua inocência em tais acusações e o compromisso com o Leão, por isso o desejo da reeleição. Mas, destacou que agora é hora do “troco”. “Sinto-me na obrigação de cuidar do Remo, de não passar o comando para quem não tiver o mínimo de preparo. Eu falei que estava tranquilo, porque sei que isso foi feito por um ‘laranja abestalhado’ a mando de algum medroso. Vamos procurar o nosso direito, porque isso é algo grave de acusar como foi feito comigo”, ponderou.

Aqui você vai encontrar materiais esportivos de todas as marcas. Camisas de grandes clubes nacionais e internacionais. Acesse e confira!


Questionamento agora só na Justiça comum 

Com a decisão da Assembleia Geral do Clube do Remo, que ratificou a participação da chapa da situação – Manoel Ribeiro e Hilton Benigno – na disputa presidencial azulina no sábado que vem (10), em caso de novo pedido de impugnação da chapa 10, o imbróglio só poderá ser resolvido na Justiça comum. No entanto, com a recente decisão do presidente da AG, Robério Abdon D’Oliveira, ainda é cedo para definir se o contratempo irá se estender.

Até o dia 22 do mês passado, quando o associado Antonio Monteiro protocolou pela segunda vez o duplo pedido de impugnação, o torcedor se mostrou determinado em barrar as expectativas do Marechal. Porém, com as ameaças sofridas no dia seguinte, o que o levou a registrar um Boletim de Ocorrência, a tendência é que as coisas esfriem. Em tentativa de contato da reportagem, Monteiro não atendeu as ligações para comentar sobre o que pretende fazer. Ele já tinha declarado não saber qual seria o próximo passo em caso de nova negativa.

POSSIBILIDADE

Se mantiver a postura inicial, e de fato for à Justiça comum, as eleições azulinas correrão o sério risco de serem adiadas. Isso porque as resoluções não serão tão imediatas e, por isso, poderá ser impedida em um primeiro momento. “Corre esse risco, sim. Mas ficamos na expectativa que as coisas se resolvam da melhor forma e sem outras interferências”, almeja o presidente da Junta Eleitoral, João Moscoso.

(Matheus Miranda/Diário do Pará)