Se no gol o técnico Dado Cavalcanti terá uma escolha técnica, no ataque ele pode ser forçado a uma mudança por causa de uma lesão. Mike deixou o campo diante o Interporto-TO sentindo dores musculares e pode não se recuperar a tempo. Seu substituto na terça-feira, Peu, desponta como principal candidato à vaga, se ela for mesmo aberta. Para Peu, que logo ao entrar em campo deu a assistência para o gol de Pedro Carmona, fica a mensagem de estar pronto caso seja chamado.

  • “Fiquei feliz em entrar e ajudar. Se o professor Dado precisar, estou à disposição, mas essa disputa é complicada. Quem está no banco sempre espera a oportunidade de entrar. Quem é chamado dá o máximo, seja por um minuto ou no começo do jogo. Tem que ser assim para quem quer ter uma oportunidade”.

Segundo Peu, a melhora bicolor vai sacramentar de vez a boa relação com a torcida, que vem apoiando o time nas duas últimas partidas, justamente as duas sob comando do novo treinador. “Em casa temos que nos impor, fazer de tudo para vencer. A cada jogo que passa a torcida tem vindo mais. Independente do jogo temos sempre a nossa torcida, dentro ou fora de casa. Já tinha ouvido falar, mas viver isso é diferente”.

A volta aos treinos mais fortes, ontem, deu tempo para que os jogadores pudessem descansar um pouco mais. Peu ressaltou que o cansaço acumulado da maratona de jogos das últimas semanas será compensado com o tempo a mais entre as partidas que o Papão terá nas próximas rodadas o Parazão.


“O desgaste foi grande e o elenco foi usado. Vamos ter um pouco mais de tempo para trabalhar, descansar e recuperar os jogadores. Foram muitos jogos em um mês e o desgaste foi enorme, por isso foi preciso esse descanso a mais. Todos os dias os treinos são bem intensos, todos se cobrando e buscando o melhor. Para mim isso é ótimo e compensa o tempo que descansamos”, confirmou o atacante.

E MAIS…

Peu não vê a necessidade de se priorizar entre Campeonato Paraense e Copa Verde. Para ele, o nível técnico de ambas são semelhantes, podendo ser conciliadas sem maiores dificuldades. “Na minha visão essas competições são difíceis por iguais, mas a forma de disputa é diferente e isso muda a forma como vemos os jogos”.

(Tylon Maués/Diário do Pará)